terça-feira, 27 de junho de 2017

MORTOS ESQUADRINHANDO AS ESCRITURAS (2)




“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas quem testificam de mim” (João 5:39,40).
QUANDO MORTOS ESQUADRINHAM A BÍBLIA: “Examinais as Escrituras...”
        Não esqueçamos que Jesus era judeu e que vivia no meio desse povo; nosso Senhor, sendo Deus sabia perfeitamente que aquele povo tinha as Escrituras e que conheciam bem as Escrituras; todo sábado eles iam com seus filhos às sinagogas, Jesus mesmo frequentou a sinagoga. Mas nosso Senhor sabia que aquele povo não passava de um povo morto, que vivia em seus pecados e que tinha o diabo como pai deles, assim como qualquer pessoa de outras nações. Não havia qualquer diferença entre os judeus e os povos de outras nações. No coração eles eram tão corrompidos e idólatras, odiavam a Deus e eram mentirosos. Nosso Senhor deixa essa verdade clara para eles no capítulo 8 e por isso eles tinham um ódio intenso contra o Senhor, assim como nutriram essas emoções assassinas contra os profetas no Velho Testamento. No cap. 5 ele está tratando do fato que ele veio ao mundo para dar vida, e se veio para isso é porque os homens estão mortos. Se eu pudesse fazer alguma coisa por aqueles que estão sepultados no bom pastor seria chegar lá para dar vida e não levar flores.
        Seguindo essas verdades, eis que chegou o momento para que usemos o texto, a fim de mostrar como mortos espirituais no mundo inteiro costumam esquadrinhar as Escrituras, tendo em vista sustentar seus intentos religiosos, bem como atacar a verdade revelada. Em nossos dias a palavra de Deus tem sido intensamente usada para essas finalidades e outras do tipo. Não devemos pensar que os homens no pecado não interessam pelas Escrituras. É fato que milhões e milhares neste mundo nem sequer tocam no livro de Deus; muitos partiram desta vida sem que tivessem antes ouvido sequer um verso da bíblia. Outros possuem bíblias, mas a utilizam como instrumentos supersticiosos, assim como usam incensos, altares e outras coisas. Muitos colocam a bíblia em lugares (segundo eles) estratégicos, pois acreditam que dá sorte, ou que mesmo espanta demônios e traz bênçãos. Milhares, especialmente falsos mestres tomam a bíblia e a examinam para usar como meio de negócios, para fazer da bíblia um meio de enriquecimento financeiro. Eles percebem o quanto o povo é levado por superstições e crendices.
        Sem o conhecimento de Deus e do temor que lhe é devido, eis que os homens tomam decisões absurdas, seguindo a crença de que Deus vai lhes abençoar em tudo, desde que eles tenham fé. Tenho ouvido de muitos que têm vendido até mesmo seus bens, entregando o dinheiro nas mãos desses espertalhões “evangélicos”, acreditando que assim eles serão abençoados. Muitos utilizam as Escrituras, a fim de buscar textos que corroborem suas crenças perigosas e até mesmo argumentos contra Deus. Seguindo seus raciocínios muitos lutam para atacar a palavra de Deus, declarando que ela é mentirosa e que é cheia de contradições. Mortos espirituais tomam a bíblia, a fim de sentir bem; ela serve para sentir amparo e segurança; ela serve para um sentimento de espiritualidade, de fervor e de que está agradando a Deus.
        Mas, quanto aos judeus, nosso Senhor afirma que eles examinavam o livro santo, acreditando que tinham a vida eterna. O fundamento deles era sem qualquer base; a casa espiritual deles estava rachando toda, porque o fundamento não era a verdade; não estavam firmados na Rocha, assim como Abraão e outros santos do passado. Por fora parecia que eles eram crentes sinceros, que amavam a Deus e que queriam aprender da verdade. Mas quando foram confrontados, eis que mostraram por seus atos que não passavam de arrogantes, cheios de sofismas e egoístas; por várias vezes tentaram matar o Senhor, somente porque sempre lhes mostrou a verdade, conforme as Escrituras transmitiam.
        Que essas lições venham encher nossos corações de temor, a fim de que saibamos o quanto a natureza corrompida tenta se valer do que é santo, a fim de esconder suas maldades, tentando escapar de Deus.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

MORTOS ESQUADRINHANDO AS ESCRITURAS (1)




“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas quem testificam de mim” (João 5:39,40)
INTRODUÇÃO:      
        Até parece um tema sem qualquer lógica, pois como pode os mortos examinar algum livro? Afinal, nosso Senhor estava perante o povo judeu, um povo instruído no Velho Testamento, especialmente nos costumes da lei de Moisés. Era, eles um povo religiosamente falando diametralmente oposto aos costumes pagãos, pois a cada sábado era costume os judeus frequentar as sinagogas e educar seus filhos nos bons costumes de Moisés. Também, em Israel naquele tempo existia a religião dos fariseus, aliás, uma religião com bons homens, mesmo tendo ali muitos elementos que tinham más intenções. Mas provavelmente a maior parte deles era constituída de homens que levavam a sério os padrões da lei de Deus no viver. Saulo de Tarso, Nicodemos, Gamaliel foram exemplos clássicos desse homens.
        Mas esses fatos não mudam a verdade que nosso Senhor estava conversando com homens e mulheres mortos no pecado. A boa religião e bons costumes não mudam o fato que os homens nasceram no pecado e que por isso foram atingidos imediatamente pela morte espiritual. Deus não vê ninguém na aparência nem nos costumes, porque todos em Adão são iguais: “Assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte; assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12). Notemos bem o quanto o texto mostra que não há diferença e foi assim que nosso Senhor a todos os judeus, como caídos, filhos da perdição, filhos do diabo e herdeiros do inferno. Eles não foram poupados por serem descendentes de Abraão. Nosso Senhor não veio ao mundo com intenções sociais, de lutar para dar uma condição de vida melhor ao povo judeu. Realmente eles estavam interessados nisso, mas não o Filho de Deus.
        O que nosso Senhor fez foi confrontar aquele povo com a verdade. Eles costumavam usar de sofismas, isto é, usar passagens bíblicas a fim de acionar suas desculpas esfarrapadas. A bíblia era como que metralhada por eles; eles eram arrogantes e queriam religiosamente prevalecer contra todas as outras nações. Mas quando chegaram perante o Senhor, então foram alvejados no coração pela verdade. O nosso Senhor era mais que um profeta, era ele o próprio Deus encarnado. Aqueles judeus falavam tanto em Jeová, porém não sabiam que perante eles estava o mesmo Senhor diante de quem Moisés, Josué, Davi, Daniel e outros tremeram. A visão dos judeus era terrena e cheia de desprezo. Para eles ali estava apenas o Nazareno, de família pobre. Eles olhavam o aspecto externo do Senhor, e não percebiam sua glória. Mas essa glória do Filho de Deus era revelada nas palavras da verdade que saíam de sua boca.
        Foi assim que Jesus, com amor foi direto aos seus corações. Suas palavras furavam como espada, mexiam com o orgulho e atraiam o ódio mortal deles contra o Senhor. Mas o Senhor amava seu povo e desejava que eles soubessem da verdade. O cap. 5 de João é marcante, porque o Senhor mostra nele que veio ao mundo para vivificar mortos. Ele veio para dar vida e isso significa que os homens estão mortos. Essa é a lição central desse impressionante capítulo inspirado que chegou até nós. Então, o texto acima nos leva a entender que, mesmo tendo as Escrituras em mãos, aquele povo estava espiritualmente morto em seus delitos e pecados.
        Nosso Senhor não o tratou como salvos, como bonzinho, como herdeiro do céu. Nosso Senhor mostrou que eles, espiritualmente eram cegos, mortos no coração, que eram apenas homens naturais, vivendo da natureza terrena, assim como qualquer pagão neste mundo. Eles estavam mortos e como mortos manipulavam as Escrituras, como fazem milhares neste mundo: Mortos esquadrinhando as Escrituras. Que o Senhor me conceda uma excelente jornada na graça ao apresentar essa mensagem aos meus leitores.

A HISTÓRIA DA NOSSA REDENÇÃO (14 de 14)



                  
“E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos; e tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz” (Colossenses 2:13-15).
O GRANDE TRIUNFO DOS SALVOS: “E despojando os principados e...”
        O triunfo de Cristo na cruz, ao despojar os principados e potestades é o triunfo dos salvos neste mundo e para sempre. A derrota de todos os inimigos visíveis e invisíveis, os homens e anjos foi mostrada ali na cruz, porque publicamente os expôs ao desprezo. Como o Senhor fez isso? Ele simplesmente de uma forma que o mundo não esperava. Estava ali perante aquelas autoridades um homem completa e totalmente inocente; ele nem sequer deveria ser chamado à justiça, porque sua vida e suas obras provaram o quanto ele foi puro, sem pecado e cheio de um amor realmente demonstrado na vida e nos atos. Normalmente os inocentes se erguem nos tribunais, buscam advogados que os defendam e desafia a todos.
        Mas não foi essa a atitude do Senhor, porque sendo o Rei dos céus, nem sequer acenou para seus súditos para que eles viessem em seu socorro. Sendo ele o Filho de Deus, nem sequer buscou apoio do seu Pai eterno. Sua atitude foi de um silêncio impressionante, agindo como um cordeiro mudo perante seus tosquiadores. O santo silêncio do Senhor foi a poderosa arma que paralisou o reino das trevas, porquanto assim fez com que os inimigos aproveitassem da situação, ao vê-lo sozinho, como que desamparado e sem qualquer ajuda. Para o mundo Jesus foi uma presa muito fácil, e eles não sabiam que estava moendo o pão do céu, a fim de que ele fosse o pão da vida do seu povo. Foi assim que o mundo agiu perante o Justo Senhor, pois tomaram todos os caminhos da injustiça e todas as armas da crueldade contra o Filho de Deus.
        O que ocorreu ali foi que a justiça eterna venceu; a santidade derrotou a perversidade; o reino de Deus venceu o império das trevas, a verdade destruiu a mentira e a vida triunfou sobre a morte. Essas verdades são agora vistas no povo salvo que habita no céu e no povo salvo que ainda caminha nesta peregrinação terrena. A nossa história contada na cruz mostra que todos os salvos foram comprados por Cristo para Deus o Pai. Nem este mundo louco nem o diabo sabiam disso; o triunfo da cruz mostrou o quanto Deus o Pai, por meio do Filho estava resgatando seu povo eleito, e a prova está revelada em cada salvo. O pecado e seu reino de mentiras saíram perdendo e almas estão sendo arrancadas dos grilhões desse império de trevas.
        Nota-se essa verdade também, no fato que o mundo odeia com ódio cruel os santos. O mundo perverso há de mostrar sua antipatia e seu desejo de extirpar da face da terra os verdadeiros santos de Deus! Além disso, os santos estão marcados pela santidade, porque a salvação verdadeira os separou para viver sob o amor de Deus e para revelar neste mundo as maravilhas do céu na terra. A história da cruz declara que a graça de Deus está ativa; que brilha o reino do céu na terra por meio do povo salvo; que nada pode paralisar os santos; que o nome de Deus está sendo glorificado nos salvos, e que o ódio mortal dos perversos só tende a louvar a grandeza de Deus. Por fim, tudo está declarando a loucura do pecado, do mundo e do diabo, porque caminham velozmente para o lugar onde eles serão precipitados pela ira de Deus – o lago que arde com fogo e enxofre. Glórias, pois ao Cordeiro de Deus, o qual venceu e domina agora tudo e todos!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

ADORANDO A DEUS COM TRIBUTOS (13 de 13)



“Tributai ao Senhor, ó famílias dos povos, tributai ao Senhor glória e força. Tributai ao Senhor a glória devida ao Senhor nome; trazei oferendas e entrai nos seus átrios. Adorai o Senhor na beleza da sua santidade; tremei diante dele, todas as terras” (Salmo 96:7-9)
O TERROR DESSE INVÍSIVEL SER: “Tremei diante dele...”
        Para encerrar vemos o quanto a santidade do Senhor nos leva a uma adoração consciente da nossa miséria e da miséria deste mundo: “Tremei diante dele todas as terras”. O evangelho moderno mostra o quão fracassado ele é, porque nada mostra de temor ao Senhor. O cristianismo atual mostra o quanto Cristo é desconhecido, provando isso pela ausência de temor. Foi essa ausência de temor que levou Israel à ruína e exílio no Velho Testamento. Satanás toma posse da ignorância espiritual do povo chamado crente, a fim de promover sua apostasia, e ele faz de tal maneira que todos pensam que é Deus que está agindo em nosso meio. A adoração atual revela o quanto o povo nada sabe acerca do Deus da bíblia, de quão glorioso e santo ele é  e que nossa terrível indignidade nos leva a temer perante ele.
        Mas os verdadeiros crentes devem mostrar isso no viver, a fim de que o mundo saiba e venha a sentir o terror de Deus. Os falsos mestres hoje estão encorajados em brincar com o nome santo, porque nada há perante seus olhos que os leve a temer e tremer. Eles continuam mentindo escandalosamente, usando o nome de Deus e tomando a palavra para seus propósitos perversos e gananciosos. Os fortes e poderosos deste mundo devem saber que terão que comparecer perante aquele que o Pai exaltou para ser o Juiz dos vivos e dos mortos. A igreja primitiva fez tremer os reinos e os reis, porque a palavra de Deus foi enaltecida e o nome de Cristo proclamado com poder. Os líderes religiosos e políticos, ou tinham medo ou manifestavam ódio. Quando o Senhor é conhecido, conforme o que a bíblia mostra a respeito de Deus, conforme o trabalho maravilhoso do Espírito Santo usando homens santos, eis que a liderança deste mundo treme; a mentira é destruída, o mal é banido e o nome santo é temido nas igrejas, na sociedade e família.
        O que acontece em nossos dias é que nada vemos acerca desse temor e tremor. Os chamados “louvores” não passam de momentos de emoção, não de manifestação da fé bíblica, de homens e mulheres santos que foram salvos e provam isso em vidas santas. A ausência de temor e tremor é vista em cultos da rebelião à verdade; em pregação centrada no homem e suas necessidades; em cânticos cujas mensagens nada revelam da verdade da cruz. O que vemos hoje não é um povo centrado na verdade e carregado de temor, porque a pregação nada mostra do horror do pecado, da condenação merecida do pecado e da necessidade de arrependimento e da conversão e fé em Cristo.
        Que o Senhor manifeste sua misericórdia em nossos dias, porque grande é a rebelião contra sua verdade; grande é o interesse dos homens por dinheiro e por aceitação de todos. O momento agora é de humilhação, de uma resoluta entrega a Cristo. Há extrema necessidade de pregar a mensagem da cruz nos púlpitos em nossos dias, para que os falsos convertidos venham a conhecer a verdade no íntimo (Salmo 51:6) e para que pecadores, tremendo diante do horror da ira de Deus, venham a encontrar no Senhor Jesus a tão grande e maravilhosa salvação, a fim de viver em temor e tremor dia a dia.
        Oh Senhor, ouve nossas petições pelo avivamento!
         





A HISTÓRIA DA NOSSA REDENÇÃO (13)




“E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos; e tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz” (Colossenses 2:13-15).
O GRANDE TRIUNFO DOS SALVOS: “E despojando os principados e...”
        Na história da nossa redenção, eis que o que ocorreu na cruz mostrou ser a plena e completa derrota das trevas. Ao derrotar o pecado, também derrotou o mundo e o diabo com todos seus aliados. Ao despojar significa que satanás e todo seu império, a morte e o inferno         perderam tudo. O Senhor arrancou dos inimigos todas as suas armas e anulou todo poder para conseguir seus planos em relação à igreja. Parece que “principados e potestades” referem aos poderes legislativos e executivos das trevas, referindo a satanás, seus anjos e demônios. Olhemos este mundo do ponto de vista da palavra; livremo-nos da nossa visão natural e superficial, a fim de enxergar além do véu com os olhos do coração.
        Como vemos satanás atuando aqui? Como podemos saber acerca de suas atividades aqui? É claro que os crentes criteriosos hão de ver a atuação do nosso arqui-inimigo à luz daquilo que eles aprendem, observando segundo aquilo que está escrito. Satanás é visto em suas manobras neste mundo especialmente por meio das autoridades e poderes. Em Ezequiel 28 tem uma lição que nos mostra essa verdade através do príncipe de Tiro. Logo no começo do capítulo aquele líder é chamado de príncipe, porque está referindo a um homem muito inteligente que liderava aquele povo. Mas, não demora muito para que a visão do príncipe seja tirada, a fim de mostrar quem estava por detrás daquele príncipe: O rei de tiro – satanás. Agora já não é um mero príncipe, mas sim um rei, um tirano espiritual, dominador, o qual usava aquele príncipe, enchendo seu coração de orgulho.
        Vemos que neste mundo satanás pode usar a liderança das autoridades mundanas, a fim de criar leis perversas contra o povo de Deus. Basta que Deus ordene e satanás se erguerá, usando homens perversos em seu governo, a fim de trazer perversidades e terrores neste mundo. Mas a derrota deles foi mostrada ali na cruz: “...publicamente os expôs ao desprezo....” O que isso significa? Significa que nosso Senhor ali na cruz mostrou sua completa submissão ao Pai e não aos arrogantes líderes políticos e religiosos deste mundo. Nosso Senhor demonstrou isso perante Pilatos e Herodes; seu silêncio foi suficiente para mostrar o quanto era submisso a autoridade do Pai. Neste mundo os poderosos normalmente se transformam em assassinos e ditadores.
        Mas, ali estava um homem que em nada se sentia intimidado pelas forças deste mundo; jamais se comportou com medo, nem ficou desesperado. Ali estava o Rei dos reis e Senhor dos senhores, mostrando que as atrocidades dos homens contra ele era o cálice amargo que ele haveria de beber. Sua arma não foi a arma usada aqui, mas sim sua subordinação à vontade do Pai, a fim de que seu povo fosse alcançado, mediante sua entrega na cruz.